DÁDIVA E GRATIDÃO
9 de mai.
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Quando alguém aparentemente escorreito me pede esmola e eu lha dou, porque tenho possibilidades para tal, as lágrimas escorrem-me da alma para os olhos e, com muita fé e gratidão, digo, de mim para o Alto:
Obrigado Senhor por me ser permitido que, tendo eu uma limitação sensorial a qual, nas tabelas de incapacidades legais dizem que ronda os cem por cento, ainda assim, com base no meu trabalho, eu tenha conseguido gerar o excedente que permita ajudar alguém que, segundo tais tabelas legais, não tem limitação nenhuma.
Faro, 22-2-2026
José Bento
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